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Meio Ambiente trabalha Educação Patrimonial dentro das escolas

O patrimônio é um tema em voga na contemporaneidade. Em Jaguarão, muito se fala sobre o patrimônio, uma vez que a cidade teve seu conjunto arquitetônico tombado em 2010 pelo IPHAN. Porém, percebemos que esse assunto é ainda desconhecido para a maioria das comunidades, inclusive escolar.

O nome até não é muito comum, e nem parece ter tanta afinidade assim com o meio ambiente, pois quando se fala de educação patrimonial, pensamos logo em casas antigas, lugares históricos e coisas deste tipo, mas a educação patrimonial tem sim uma grande importância para o meio ambiente.

Mais de 150 alunos do 6º ano tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre arqueologia e a importância da preservação de lugares para que a cultura e a história da formação de um povo, seja conhecida e mantida ao longo dos anos.

A arqueóloga Silvia Correa Marques que também é historiadora, ministrou uma aula a parte para os alunos explicando e mostrando a importância de se conhecer nossa história, chamando a atenção para quando for encontrados objetos, materiais e até ossos de animais centenários, que estes sejam destinados aos centros de estudos especializados, para que depois de analisados pelos profissionais possam ajudar a desvendar o passado.

Este trabalho faz parte de uma das etapas para o licenciamento ambiental de uma área de lavra de cascalho, conhecida popularmente como pedreira, no município de Paranapanema, lembrando que esta é uma exigência da instrução normativa 01/2015 di IPHAN – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.

“Temos que ter consciência de que a preservação se faz necessária em todos os sentidos, e assim tornar possível dar continuidade na vida sem prejudicar o meio ambiente”. falou Daniela Marques.